Trabalho e Energia

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Forças conservativas e forças não conservativas

As forças que actuam num sistema, modificando-lhe a configuração, dizem-se conservativas quando, regressando o sistema à configuração inicial, readquire também a energia cinética inicial.

Isto significa que as forças conservativas conservaram a capacidade que o sistema tinha de realizar trabalho, e daí o seu nome.

As forças gravíticas e as forças elásticas são forças conservativas.

fnc1.jpg (16661 bytes) A força gravítica, , realiza, de A a B, como mostra a figura a, um trabalho resistente, que se traduz num aumento de energia potencial do sistema grave – Terra.

Segue-se, depois, um trabalho potente, de B para A, que se traduz na restituição à forma cinética do incremento de energia potencial que tinha sido armazenada.

A força gravítica é uma força conservativa.

 

As forças que actuam num sistema dizem-se não conservativas ou dissipativas quando, ao deixarem de realizar trabalho, o sistema ou não regressa à configuração inicial ou regressa a ela com energia cinética diferente da que tinha no princípio.

Isto quer dizer que as forças não conservativas não conservaram a capacidade que o sistema tinha de realizar trabalho.

As forças de atrito e a resistência ao movimento, no ar ou nos líquidos, são sempre forças resistentes e não conservativas.

fnc2.jpg (45321 bytes) A força de atrito, , como mostram as figuras b e c, realiza sempre trabalho resistente não traduzido em aumento de energia potencial.

A força de atrito é sempre uma força não conservativa.

 

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Materiais produzidos a partir de manuais de Física de Luís Silva e Jorge Valadares, da Didáctica Editora.